A PERSONALIDADE DO PRÓXIMO PREFEITO
Dentro de um ano – portanto a partir de julho de 2012-, a campanha eleitoral será autorizada a sair para as ruas. A movimentação política atual em Valinhos sugere que teremos coligações fortes, partidos de oposição se unindo para ganhar força e conquistar mais eleitores com vistas à Prefeitura. Observo a disposição de diálogo entre os diversos partidos oposicionistas, procurando se juntar para trocar a filosofia de governo atual, para substituir os atuais mandatários.
Acho, porém, que é preciso ter um projeto, uma direção clara, mostrar planos à população, pois ganhar por ganhar não leva a lugar algum. Valinhos precisa urgentemente reestruturar-se, os problemas são claros na área da Saúde, os problemas viários são muitos e tendem a aumentar e o abastecimento de água para as futuras gerações tem que ser pensado agora, com urgência. Creio até que o próximo prefeito, para fazer uma boa administração, terá que trabalhar para aquele que vier a sucedê-lo, pois não será nos primeiros quatro anos que ele conseguirá reestruturar a cidade e prepará-la para as próximas gerações. A falta de soluções e de planejamento se acumulou, deixando muito trabalho pela frente.
O próximo comandante de Valinhos não poderá ser uma pessoa dúbia, tem que demonstrar uma direção única, ainda que com isso possa tornar-se antipático. Vai ter que mexer em vespeiros, terá que ter uma inabalável seriedade, ainda que isso lhe renda antipatias. Tenho em mãos uma pesquisa séria, científica, que revela: 80% dos valinhenses querem na próxima administração um gestor profissional, um administrador, pessoa que não tenha o rabo preso com ninguém, que seja independente e veja a cidade acima de qualquer interesse pessoal, pois esse futuro comandante terá que ser alguém com sua vida pessoal resolvida. Sem o cumprimento dessas exigências, a vitória será vazia, inútil. E Valinhos continuará esperando por alguém que realmente queira trabalhar pensando com antecedência de dez, vinte anos.