Valinhos/SP -

quarta-feira, 6 de julho de 2011

AJUDA OU DISCRIMINAÇÃO

O Governo Federal implantou no país a ajuda aos menos favorecidos, pessoas ou famílias que não ganham (ou não trabalham) o suficiente para as suas necessidades básicas, como alimentação e o mínimo de vestuário e moradia.
Com isso essas pessoas passaram a receber uma quantia de dinheiro do governo que lhes supra de modo modesto, as mínimas condições de sobrevivência.
Nada de errado em dar comida para quem tem fome.
Contudo, esse benefício ser dado como é, ou seja, sem uma contrapartida, ou sem o estabelecimento de um prazo para essas pessoas conseguirem sobreviver pelos seus próprios meios, ou ainda, os requisitos para que se preparem para o mercado de trabalho, corre-se o risco de ser criada uma sociedade à margem da que existe hoje, sendo elas discriminadas em relação às que vivem do seu trabalho.
Essa ajuda do jeito que está sendo dada a essas famílias, pode gerar um efeito em cascata, em que as pessoas parem de trabalhar para receberem a ajuda do governo, principalmente aquelas que labutam em serviços pesados e se sacrificam saindo de casa de madrugada, viajando horas para irem de casa ao trabalho e do trabalho para casa, enquanto um número significativo de pessoas que ganha a vida sem trabalhar.
Isso pode provocar um aumento cada vez maior dessa sociedade discriminada.
Ajudar os necessitados também é dever do estado, porém, fazer disso um meio de vida para um determinado segmento da sociedade não é uma atitude sábia dos governantes, ainda mais se isso for usado como moeda de troca na hora de eleger os mandatários da nação.