Veja o que escreveu Carlos Brickmann, em sua coluna diária no jornal Correio Popular de domingo dia 11 de dezembro de 2011.
AS COISAS QUE EU VOU CONTAR
Um dia, um amigo deste colunista o convidou para uma reunião em família, em que todos tentavam convencer o pai de se candidatar a prefeito de sua cidade. Este colunista foi contra: tratava-se de um senhor muito respeitado, homem de bem e do bem, e não se sentiria bem no clima de moedor de carne de uma campanha eleitoral. "Mas que é que podem falar dele?", insistiu o filho. "Nunca fez nada de errado". As coisas não são bem assim, expliquei: se não atacarem o pai, vão atacar o filho. "Podem dizer qualquer coisa. Podem dizer até que você é pai solteiro". Silêncio total: o rapaz era pai solteiro. E não se falou mais em eleição.
Quem se lembra da campanha difamatória de Orestes Quércia, sobre Antônio Emílio de Morães na disputa para governador em 1986? Antonio Emílio nunca mais disputou eleições.