ELEIÇÕES
Com a aproximação das eleições municipais, os políticos começam a se movimentar. Aparecem candidatos de todos os tipos, em todos os partidos. A maioria, certamente, tem por objetivo especular, ou jogar uma fofoca no ar para ver o que vai acontecer.
Em todo o período eleitoral essas coisas se repetem em todos os níveis de governo. Mas as eleições municipais mexem mais com a população, porque as coisas acontecem com mais proximidade, aumenta a sensação; infelizmente não é o que deveria ser, ou seja, mais responsabilidade pelo fato de mexer mais diretamente com a vida do cidadão, mas parece que mexe mais com as nossas emoções, parece que podemos participar mais do evento.
De qualquer forma, isso é muito bom, porque estimula o povo a participar mais proximamente da política que, tirando as aberrações, as safadezas e as corrupções que ocorrem, é uma obrigação de todo cidadão participar dos destinos da sua cidade, porque ele influi diretamente na sua vida e na da sua família.
A verdadeira política, sem mesquinharias, sem interesses indescritíveis, é uma ciência da qual todos nós devemos participar; se nem todos os políticos dão a ela a grandeza que lhe cabe, nós, os cidadãos, devemos fazer a nossa parte procurando conhecer cada candidato, votando corretamente naquele que tem a proposta de governo mais coerente com a realidade, não nos deixando influenciar por aqueles que prometem mundos e fundos e, todos sabemos, não vão cumprir.
A melhor maneira para se escolhermos o representante, acredito, é fazer uma comparação com o que está acontecendo hoje na cidade, com a história que outro grupo político tem prá contar, ou seja, o que acontece hoje e como era num passado recente.
O mais importante de tudo é não se deixar levar por conversas levianas de quem já prometeu muito e nada fez.