E A CASA PRÓPRIA DO VALINHENSE?
Nos últimos seis anos, Valinhos não construiu nenhuma casa própria. Parece que o sonho de centenas de famílias acabou quando se encerrou a administração de Vitório Antoniazzi. Mas aqui por perto, na região, a coisa é diferente. Neste 1º de Maio, a Prefeitura de Louveira faz o sorteio de 200 casas populares, no bairro da Estiva. E em Vinhedo, neste sábado, 30, a Prefeitura entrega a matrícula de 500 imóveis para seus proprietários, que agora poderão registrá-los, resolvendo um problema que já durava quinze anos. Parece que apenas em Valinhos estão se esquecendo dos que moram em cortiços (que temos na cidade, sim!). Uma famosa construtora fez as contas: uma casa de alvenaria, de 42m², custa R$ 19 mil (dezenove mil). Barato, dá para financiar em mais de vinte anos, a partir de R$ 50 por mês, preço inicial de um financiamento na Caixa. Falta terreno? Ora, em Louveira a Prefeitura decidiu que daqui pra frente as habitações populares serão como os Singapura verticais que Maluf fez em São Paulo: edifícios com vários pequenos apartamentos. Ocupam menos terreno e têm espaço para o verde. Idéias não faltam. Parece que faltam só em Valinhos.