Valinhos/SP -

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

DEU NA IMPRENSA: Matéria publicada nos jornais nos dias 26 e 27/11
A UPA vem aí. UFA!
“Deveríamos estar por estes dias comemorando a inauguração da Unidade de Pronto Atendimento, conhecida como UPA. Trata-se de um grande benefício na área da saúde, que as cidades ganham de presente do Governo Federal. Brasília entra com o dinheiro e as cidades com o terreno. Valinhos ainda não construiu sua UPA e para isso não existe uma explicação convincente. Atualmente, anuncia-se o início das obras, quando na verdade, se tivesse havido boa vontade, deveríamos estar festejando o início dos atendimentos”.
Com saúde não se brinca e, nesse ano perdido, com certeza muitos atendimentos de urgência teriam sido feitos. Tomara que ninguém tenha sofrido males maiores por falta dessa Unidade de Pronto Atendimento. Já não bastam as filas de espera e as viagens para exames médicos em São Paulo?
Por que tanta demora? Primeiro porque a Prefeitura anunciou a construção ao lado da Santa Casa como manda a lei, depois o executivo mudou de idéia e alterou o projeto da obra no Parque Municipal, onde se faz a Festa do Figo. Cartazes foram colocados no local, anunciando a idéia. Mas isso começou a gerar descontentamento da população e até a Promotoria Pública andou sugerindo que ali não era um lugar adequado para atendimentos médicos de urgência. Já pensaram na dificuldade de se chegar a esse pronto-socorro em dia de algum evento no Parque? E o barulho? Ao que se sabe, tratamento de saúde exige silêncio, como mostram placas nas proximidades de hospitais.
O Plano Diretor de 2004 já deixou definido que o local de um futuro pronto-socorro deveria ser ao lado da Santa Casa, em terreno já destinado para esse fim, e de propriedade da municipalidade. Nada mais lógico do que instalar-se, lado a lado, dois estabelecimentos ligados à Saúde. A aberração é, de repente, misturar pronto-socorro com espetáculo de pagode e carnaval...
Mas, enfim, e ainda bem, que se entendeu agora o que deveria ter sido entendido um ano antes. Antes tarde, do que nunca, embora não se deva brincar com a saúde e o bem estar das pessoas.
Mas é por fatos assim que muitas administrações caem no descrédito e perdem a confiança de uma população. É por isso que muitas vezes as pessoas ficam abismadas com certos resultados mostrados nas urnas e recusam nomes conhecidos na política. Tomara que os erros, quando cometidos, sirvam para se refletir e chegar aos acertos. Um abraço.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

SUCESSO
 A reunião do PR 22, que aconteceu na ultima quarta-feira (24) levou mais de 120 filiados e simpatizantes do Partido a Fonte Santa Tereza. A reunião além de finalizar os trabalhos do Partido no ano, serviu para uma reflexão das eleições de 2.012.
UNIÃO
Estiveram presentes nomes de peso da política valinhense entre eles os ex-vice prefeitos Dr. Ruy Meirelles e Anselmo Borin, vários ex-vereadores, o ex-prefeito e vereador pelo PTB Dr. Moysés e do PV Henrique Conti. Todos com um só objetivo construir um grupo forte e unido para disputar as eleições municipais de 2.012.
PRESENÇAS ILUSTRES
Prestigiaram também a reunião o deputado estadual eleito pelo PR André do Prado e o secretário geral da executiva nacional do partido Mauricio Carvalho. André reiterou seu compromisso com nossa cidade e com o seu grupo político.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

DEU NAIMPRENSA: Matéria publicada nos jornais dias 19 e 20/11
Consciência negra, consciência de injustiças.
 “Estamos comemorando em Valinhos o Dia da Consciência Negra. Vejo aí uma homenagem, mas, acima de tudo, uma oportunidade para se pensar em injustiças sociais. Eu, particularmente, não gosto que datas determinem o momento de homenagens, pois acho, por exemplo, que todos os dias são das mães, dos pais, das crianças, dos idosos, dos aposentados. Um país desenvolvido, e cidades progressistas, dedicam-se ao bem estar social todos os dias, promovendo chances para todos, criando igualdade de oportunidades”.
Aproveito porém esta data para lembrar que, apesar de toda sorte de cativeiros, pressões e injustiças, os negros escreveram grandes capítulos de nossa história e enriqueceram maravilhosamente nossa cultura. Este país moreno, protegido por uma padroeira negra, tem como o maior expoente de sua literatura o mulato Machado de Assis. Tem também o poeta parnasiano Cruz e Sousa, o tribuno José do Patrocínio, os dois maiores jogadores de futebol de todos os tempos, Pelé e Leônidas da Silva – este, o ‘diamante negro’, que virou marca e nome de chocolate. E mais centenas de pessoas brilhantes. A música brasileira tem uma infinidade de nomes. Quem não gosta de samba, bom sujeito não é... Ataulfo, Pixinguinha, Cartola, Clementina... A rica culinária tem os ingredientes da criatividade negra, a começar pela feijoada. Todos sabemos disso.
A saga do sofrimento negro, da escravidão, ajudou a avisar os brancos sobre as injustiças que eles também sofriam. Se lembrarmos de nossa guerra contra o Paraguai, teremos que lembrar que brancos e negros estiveram na linha de frente. Aliás, a simpatia dos militares pelos negros se fortaleceu aí, o que mais tarde influiria também na Abolição. Muitos militares se recusaram a serem capitães do mato, isto é, recusaram-se a procurar escravos fugitivos. Mas depois da Guerra do Paraguai, que vencemos apesar das perdas humanas e das dívidas contraídas, não foi cumprida a promessa de que, na volta, nossos guerreiros teriam como prêmio casas para morar. Promessa não cumprida e sem ter onde morar, brancos e negros foram morar nos morros do Rio de Janeiro, onde se plantava um feijão chamado favela, do mesmo tipo do feijão fava. Daí, o nome favela... Quem criou a favela, da forma como a conhecemos hoje, foi o governo!
Pensam que os negros foram libertados pelo coração bondoso da Princesa Isabel, como querem muitos historiadores? Uma ova! Ocorre que a Revolução Industrial já havia começado na Inglaterra e os ingleses perceberam que libertando os escravos, estes passariam a ser assalariados e poderiam comprar os produtos manufaturados que chegavam ao Brasil vindos da Inglaterra. Os negros também ficaram livres dos grilhões da escravidão porque os seus proprietários perceberam que após a Revolução Industrial tinham mais opções de investimento, além da compra de escravos: podiam agora investir nas nossas nascentes estradas de ferro, nos bancos e nas indústrias.
A história de nossos negros nos ensina muito. Ensina sobretudo a enxergar por trás de aparentes benefícios o interesse dos poderosos. Isso vale para todas as raças.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

HOMENS TRABALHANDO A TODO VAPOR NA RODOVIA FLÁVIO DE CARVALHO!
Na semana que antecedeu a eleição a administração municipal anunciou a reforma na rodovia Flávio de Carvalho, foram colocadas placas imensas. Um pequeno trecho do asfalto foi recapeado e a obra curiosamente parou.
Agora vários homens voltaram ao trabalho, mas infelizmente não para retomar a obra, mas sim para colocar mais uma placa na entrada do Jardim Itapuã.
A eleição passou, agora vamos esperar quanto tempo mais levará até a conclusão da empreitada. Tomara que não seja no mesmo ritmo da Rodovia dos Andradas.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

DEU NA IMPRENSA: Matéria publicada pela Folha e Noticias de Valinhos
Lições que a República ensina
Os governos caem por sua própria incompetência e imobilismo político. Ao longo da História, os exemplos são muitos. Aqui, no Brasil, a Proclamação da República é um deles. Se a monarquia de D. Pedro II se encerrou em 15 de novembro de 1889, foi por culpa de seus próprios desacertos.
É verdade que cem anos antes o Brasil já sonhava com a República. Antes mesmo de sua Independência (1822). Basta lembrarmos a Inconfidência Mineira, na década de 1790. Foi, porém, com D. Pedro II que se consolidaram as condições para que o Império chegasse ao fim. A sua derrocada começou com a Guerra contra o Paraguai (1864-1870), quando fomos aliados de Argentina e Uruguai, que já eram repúblicas. Perdemos 33 mil brasileiros e ficamos endividados. Durante a guerra, a convivência entre soldados e escravos na linha de frente ajudou a fortalecer a consciência do Abolicionismo. Aos poucos, o imperador perde o apoio de militares, da Igreja, que era subordinada ao Estado, de liberais, de abolicionistas e de fazendeiros. Deu no que deu. Marechal Deodoro da Fonseca derrubou a Monarquia, sem guerra.
A Proclamação também mostra que a mudança no poder é sempre saudável. Deodoro criou um Governo Provisório, com Silveira Lobo, Rui Barbosa, Quintino Bocaiúva e outros. Mas os poderosos fazendeiros do café, temendo uma ditadura militar, trabalham rapidamente pela formação de uma Assembléia Constituinte. A partir daí, ganhamos uma Constituição (1891) e as províncias tornam-se Estados. Agora, há independência entre Legislativo, Executivo e Judiciário. Aquela Constituinte se transformará em Congresso Nacional e vai organizar a primeira eleição (indireta) para Presidente, com mandato de quatro anos. Depois, é o que sabe: Deodoro eleito indiretamente, pouco depois renunciará, dando lugar a seu vice, Floriano Peixoto, um defensor da classe média. A seguir, virá Prudente de Moraes, defensor da oligarquia cafeeira. E respiramos democracia, com a alternância do poder, de filosofias, de direções. Pois quem não é analfabeto, poderá votar.
Hoje, os governos ficam subordinados às decisões do povo nas eleições. Na hora do voto, a população sabe muito bem recusar políticos que pouco trabalham, trocando-os por outros. E recusa até mesmo os herdeiros políticos dos incompetentes. Essa troca é saudável. Sempre é bom buscar idéias diferentes, direções diferentes, soluções diferentes. Do contrário, a mesmice leva a uma espécie de ditadura, ao domínio de uma oligarquia, à ocupação ‘perpétua’ de um cargo. Isso não dá certo, pelo que se viu com D. Pedro.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

PR 22 REALIZA REUNIÃO DIA 24
 NA FONTE SANTA TEREZA.
O Diretório Municipal do PR 22 de Valinhos, fará uma reunião com aproximadamente 150 filiados e simpatizantes para encerrar os trabalhos do ano, no próximo dia 24, às 19h30 nas dependências da Fonte Santa Tereza.
Estarão presentes nomes importantes da política Valinhense entre eles: Dr. Ruy Meirelles, Dr. Pedro Damiano, Luis Mayr Neto, Dr. Conti, Fernando Antoniazzi, ex vereadores, ex secretários municipais dos governos Vitório Antoniazzi, Luis Bissoto e Arildo. Também estarão presentes novas lideranças que estão surgindo no cenário político.
Os filiados e simpatizantes que desejam participar deste evento e ainda não confirmaram presença, deverão ligar até o dia 22 no telefone 9152.3500.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

DEU NA IMPRENSA: Matéria publicada pela Folha e Noticias de Valinhos
Um Fórum para os idosos
A expectativa de vida do brasileiro ultrapassa os 70 anos, graças aos avanços da Medicina e à qualidade de vida de algumas cidades. Os tratamentos médicos tradicionais e os avanços de uma medicina natural têm colaborado muito para que vejamos hoje pessoas que estão nessa faixa etária e exibem muita disposição e energia. É bom lembrarmos que, hoje, metade da população brasileira é composta por pessoas com mais de cinquenta anos.
Mas nessa significativa parcela da população há os que não têm acesso aos avanços da Medicina e que também vivem sem qualidade de vida. Basta darmos uma passada pelos postos de saúde, pelas filas do SUS, pelas habitações precárias, pelas situações de risco. Atualmente, ter um plano de saúde é um privilégio para não muitos...
O que quero dizer é que milhões de idosos continuam precisando de mais atenção. Acho, por isso mesmo, que o Poder Público pode e deve freqüentemente sondar as perspectivas de envelhecimento de nossa população. O que pode ser feito? Periodicamente, um Fórum de Debates produzido por uma Secretaria de Assistência Social. Isso havendo, surgirão propostas que possam demonstrar as mais urgentes necessidades dos idosos. Uma sociedade mais justa e sem discriminação forçosamente tem que pensar nisso. Os idosos têm o direito de exercer a sua plena cidadania e desfrutar por completo de seus direitos. Os idosos precisam ter acesso mais rápido e fácil à Saúde, Educação, Assistência Social e Habitação.
Por falar em habitação, uma lei estadual de 1999, sob o nome de ‘Aluguel Social’, lembra bem que idosos abandonados e os que são arrimo de família merecem prioritariamente a ajuda do governo (e há dotação orçamentária para isso) no pagamento de aluguel. O ‘Aluguel Social’ não existe apenas para socorrer as vítimas de catástrofe, como incêndio ou enchentes. Existe também para ser aplicado em situações de normalidade. Cada município, aliás, pode adaptar suas condições particulares a essa lei estadual, como fez, por exemplo, Sorocaba, onde quem mais precisa tem prioridade para se cadastrar na lista de concessão das casas populares.
Naturalmente, quando se fala em idosos, pensa-se ao mesmo tempo nos aposentados. Em Valinhos, os perto de 3.500 aposentados filiados à sua associação têm recebido dela um trabalho extraordinário e neste caso merece nossos parabéns seu presidente Ovídio Vacari e toda sua diretoria.
Mas creio que o município tem meios de colaborar muito mais.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

EM CIMA DO MURO
Causou estranheza o nosso prefeito que declarou em todos os momentos seu apoio ao tucano Serra, soltar uma notinha hoje no semanário ligado a sua família, parabenizando a vitória de Dilma e dizendo que acompanhou seu vice Michel Temer em várias cidades no interior de São Paulo.
Que Marcos é amigo de Temer é verdade, mas também é verdade que Marcos faz parte do grupo do ex- governador Orestes Quércia seu padrinho político, no qual sua esposa Dra. Adriana participou ativamente na ultima eleição. Esse grupo foi totalmente contrário a candidata do PT e não apoiou Temer que fez suas articulações junto com José Sarney e os peemedebistas nordestinos para garantir seu cargo de vice.
Perguntar não ofende: O prefeito votou 45 como disse, ou falou uma coisa e fez outra votando 13? Cabeça de político é uma caixinha de surpresa cada dia uma novidade!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PARA A HISTÓRIA: RESULTADO DO SEGUNDO TURNO EM VALINHOS
JOSÉ SERRA:                       35.285
DILMA VANA ROUSSEFF: 22.212